É mais um GRANDE projeto da associação Kayaking for the People, que reúne à volta de uma revista digital o que de mais importante se passa no panorama dos kayaks em Portugal, mas também além fronteiras, assim nasceu a Kayak Portugal. Com uma linha editorial diversificada e marcada pelo conhecimento e experiência do nosso amigo João Paulo Simões facilmente nos apercebemos da facilidade com que são tratados os vários temos que orbitam no planeta kayak, passando pela competição, lazer, equipamentos, novos modelos, aventura e solidariedade, afinal é esse o grande objetivo da associação Kayaking for the People!!
Para quem quiser uma leitura mais atenta deixamos aqui o link para a página da associação Kayaking for the People (http://www.kayakingforthepeople.org/) e o link para a revista Kayak Portugal, (http://kayakportugal.blogspot.pt/)...vale a pena ler com atenção e se possível colaborar!!
Em parceria com a Câmara Municipal da Figueira da Foz, vai realizar-se já no próximo dia 13 de Maio, a primeira edição do Triathlon por equipas do Figueira Kayak Clube.
Pretendemos que esta competição seja acima de tudo uma festa, com o objetivo de promover a Figueira da Foz e o seu potencial para a atividade física.
A prova irá realizar-se com passagem por vários locais de interesse e de grande beleza natural, com especial destaque para o pequeno troço do rio Mondego que vai do portinho da Gala até à Marina da Figueira...afinal somos um clube de canoagem!! ;-))
Os concorrentes farão equipas de 2 elementos que farão todas as modalidades, ciclismo, canoagem e corrida e pode ser feita em ritmo de competição ou apenas de passeio, fica ao critério e capacidade física de cada equipa...o grande objetivo é o de terminar e de passar um dia divertido em bem disposto.
Os banhos estarão disponíveis na Escola Infante D. Pedro em Buarcos, a 50m da Tamargueira e o almoço será um belo churrasco, servido pelo Restaurante Saudável, esperamos que o S. Pedro colabore e que esteja uma bela tarde de sol, com pouco vento e com muita animação e diversão!!
Para quem quer saber mais aqui ficam todos os detalhes confirmados à data:
1º Triathlon por equipas do Figueira Kayak Clube
Domingo, 13 de Maio - Praia da Tamargueira
Bicicleta: 12Km
Canoagem: 2Km
Corrida: 3,5Km
Inicio: 10h
Partida Tamargueira, passagem pelo portinho da Gala, Marina da Figueira e chegada à Tamargueira
9h: Abertura do secretariado para levantamento de dorsal e t-shirts
9h30: Briefing para os participantes
10h: Alinhamento na partida
> Chegadas (+/- 12h)
> Duches quentes na Escola Infante D. Pedro em Buarcos (+/- 12h30)
13h30: Almoço convívio - Churrasco;
> Entrega de prémios
Regulamentos
Equipas de 2 elementos, (mistas ou unisexo);
Contabilizados os tempos do último elemento da equipa;
Obrigatório o uso de capacete na vertente ciclismo e de colete de flutuação na vertente de canoagem (*);
Obrigatória a passagem pelos checkpoints assinalados;
O não cumprimento de um ou vários dos pontos presentes no regulamento, implica desclassificação imediata;
Equipamento necessário:
Bicicleta, equipamento e capacete;
Equipamento de corrida;
(*) Kayak, pagaia e colete fornecidos pela organização!
Inscrições:
Direito a almoço, t-shirt e troféus para os vencedores;
Inscrições:
35€ por equipa, (almoço e t-shirts);
10€ por acompanhante para almoço, (s/ direito a t-shirt!);
5€ cada t-shirt, (limitado ao stock existente!);
As inscrições são válidas após confirmação de pagamento;
Incrições em: (Inscrições encerradas!)
Os pagamentos podem ser feitos por transferência bancária para a seguinte conta e são confirmados após envio de comprovativo para figueirakayakclube@gmail.com : Caixa de Crédito Agricola NIB: 0045 3050 40242687128 20
(Inscrições encerradas!)
Este evento não seria possível sem os seguintes apoios: - RPF Kayaks, Casa Biscaia - Figueira da Foz, Offsetarte, Escola Infante D. Pedro - Buarcos, Restaurante Saudável, Kayaksurf.net, Porto da Figueira da Foz, Junta de Freguesia de S. Pedro, Junta de Freguesia de Buarcos, Capitania do Porto da Figueira da Foz, Policia de Segurança Publica, Estradas de Portugal.
A todos o nosso bem haja pela disponibilidade e colaboração com esta organização!
Neste
início de semana pascoal, a nossa cidade recebeu a visita do maior e mais belo
dos kayaks: o Navio Escola Sagres.
No Domingo pela manhã, enquanto surfávamos
entusiasmados no quinto molhe,
observámos esta escuna a fazer deslizar suavemente as suas mil e novecentas
toneladas barra dentro. Foram gorados os planos acompanhar a chegada do Sagres
em kayak de mar, desde logo pelo desconhecimento da hora certa de chegada, mas
principalmente pelo apelo da surfada. De facto, este fim de semana foi pródigo:
a lisura do Atlantico que banha a nossa costa não se verificou na praia do
quinto molhe.
Não
se acompanhou por mar, mas visitou-se por terra. O Sagres recebe visitas
particularmente apreciadas pela canalha. Realiza-se um percurso circular no
convés, muito interessante, em que se observam “indícios” do que deverá ser a
vida abordo. Duas passagens muito curiosas: uma pela cozinha, em que o
aroma (hummm!!) fez jus à boa reputação da gastronomia a bordo; outra, pela
sala de pilotagem (dir-se-á mesmo assim??) repleta de aparelhómetros, ecrãns,
computadores velhos e muita quinquilharia de apoio à navegação. No exterior: o
“acelarador”, o “volante” - devidamente trancados, não vá algum visitante mais
traquina querer levar o Sagres a dar uma voltinha....! Tudo impecavelmente
limpinho, arrumado, madeiras com o lustro bem puxadinho e metais super polidos
e reluzentes! E sim, é mesmo verdade: tem três mastros gigantes, montes de
velas - impecavelmente enroladas. Este edifício é tão grande e pesado que é
incrivel que consiga flutuar!
No mar, houve actividade como há muito não se via. O Atlântico tem andado meio enjoado e neste fim de semana acalmou - até demais. Assim, fomos encontrar na praia do quinto molhe uns spots que foram ganhando forma com a maré - e com a vontade!; sim, o Atlantico recebeu transmissão de pensamento e acedeu!! Fomos uma meia duzia de criaturas nauticas montados nos seus kayaks. No sábado foi uma verdadeira kayaksurf session. Deu para experimentar a sela de Sharks, Sharks II (é mesmo levezinho e anda que se farta!!!) e Maoris (pesadote, que a idade não perdoa, mas manhoso como o raio!). Deu para experimentar o selim de diversas vagas, com extensões, madeixas, permanentes, rastas, etc. Ao fim de cerca de três horas, capitulámos e regressámos ao Continente - extasiados.
No Domingo, os astros quiseram que tivéssemos mais três horas de violência gratuita e puro prazer em àgua salgada. Que mais dizer? Quando o mar mexe queremos é estar lá - no epicentro. O resto é conversa. O tempo durou o que tinha para durar. As forças afogaram-se e a fome apertou. Fomos obrigados a regressar ao mundo real para recolher alimentos - e a vida continua.
Nota final: os tontos, como eu, que ainda pensam que o Sagres é feito de madeira - desiludam-se. É mesmo ferro.... “tecla 3!!”, diz a canalha.
Boas companheiros, no próximo Domingo, iremos receber o navio escola Sagres aqui na Figueira da Foz, e nós iremos estar presentes na chegada do mesmo. É mais um pretexto para tirar o pó dos nossos kayakes de mar, pelas 8:30 remaremos ao encontro da Sagres e faremos "escolta" na entrada da barra.
A Sagres vai estar na Figueira até dia 3 e aberta ao público nos seguintes horários:
Domingo das 15:00 as 19:00 e das 20:00 as 23:00
Segunda-feira das 10:00 as 12:00 das 14:00 as 19:00 e das 20:00 as 23:00
Terça-feira das 10:00 as 12:00
Durante a tarde de terça feira o navio irá zarpar do porto da Figuiera por volta das 14:00
Aqui fica um bom motivo para visitar a Figueira, ou para um "passeio domingueiro" diferente.
O Figueira Kayak Clube em colaboração com o portal Kayaksurf.net vai promover o Workshop "Direção Técnica e Julgamento" e que visa abordar precisamente estas duas vertentes muitas vezes desconhecidas, mas de extrema importância para todos os que competem e pretendem melhorar as suas prestações desportivas ou simplesmente ganhar uma nova noção critica sobre o seu surf.
Este Workshop terá como convidados especiais o Paulo Schmidt e o André Delgado, ambos possuidores de um curriculum invejável e ambos com grandes responsabilidades na colaboração entre a Federação Portuguesa de Surf e a Federação Portuguesa de Canoagem, que culminou na presença dos melhores juízes de surf nas provas do Circuito Nacional de Kayaksurf e Waveski dos últimos dois anos! Para quem procura referência ainda mais próximas, o Paulo Schmidt foi o chefe de juízes da prova da Figueira em 2011 e o André Delgado o Director Técnico da prova da Figueira da Foz em 2010...portanto dois conhecidos, grandes profissionais e amigos!
Para além da garantia dada pela qualidade e profissionalismo dos palestrantes, o workshop que vai decorrer na Figueira da Foz no dia 25 de Fevereiro, conta também com o apoio da Federação Portuguesa de Canoagem, do Clube Aventura Académica Lusófona (que faz parte da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias), Escola Superior de Desporto de Rio Maior e Junta de Freguesia de Buarcos. Obrigado a todos pelo apoio!
A formação terá lugar na Sala Multiusos dos antigos lavadouros de Buarcos, que fica na seguinte morada, Rua do Lavadouro, Buarcos, Figueira da Foz, (segue o mapa para quem não conhece!).
Aqui está uma boa oportunidade para reforçar o conhecimento sobre os aspetos técnicos do julgamento ou apenas para saber um bocadinho mais do que se passa numa prova de kayaksurf!!
Foi no fim de semana mais gelado de que há memória que se realizou a Travessia de Inverno. Apesar disso, o sol brilhou todo o dia e o pouco vento que se sentiu (e como se sentiu!!) era a nosso favor.
Mais uma vez, organização impecável do João Simões ao serviço da sua KFP.
Às 09:00 começaram os comensais a chegar a Santarém. Deram-se os cumprimentos do costume á trupe que mais habitualmente se encontra por estas lides. Vestiu-se o equipamento: muito têxtil, que o grizo não estava para brincadeiras; muita tecnologia, que afinal estamos no séc XXI (digo: vinte e um) e canoísta que se preze tem pelo menos um telemóvel all-weather e uma go-pro (com os respectivos acessórios de fixação na tola, na pagaia e no casco), ou, pelo menos, uma olympus aparafusada a uma ventosa (eu).
Enquanto alguns comensais retardatários (bandidos, não deviam ter fome de rio!!) pingavam, fomos estacionar as viaturas no local do resgate: Escaroupim. Uma bela localidade á beira Tejo, cuja oportunidade de outra visita não será, decerto, desperdiçada.
De regresso ao ponto de partida, juntámo-nos umas três dezenas: nada mau! Entramos, então, dentro do Tejo - ou em cima dele, depende do ponto de vista. Já era meio dia. Um grupo cheio de energia, rumou Tejo abaixo. Não sei se terá sido a necessidade de aquecer, se o entusiamo, se a corrente, se o vento, mas os primeiros cinco quilómetros fizeram-se em quarenta e cinco minutos. Pouco depois da uma da tarde já se comia uma bucha fria (se bem que ainda estava quentinho o chá que fervi às 07:00 antes de sair). Parados, o vento gelado que deslizava sobre o leito do Tejo estava a tornar-se dificil de suportar. Foi então que o surpreendente (poderei acrescentar mítico? lendário?) Luis Carneiro regressou da bruma com lenha (imagine-se recolher lenha seca nas margens do Tejo em Fevereiro!!) e extraiu do Stalk um engenho com o qual fez fogo. Maravilhosa invenção, o fogo. Utilizando um adjectivo muito na moda: “colossal” foi a fogueira que nos aqueceu. Em vez de pura e simplesmente glaciar, o vento passou a trazer rajadas que oscilavam entre o gelado e o morninho. Curiosamente, alguém se deve ter lembrado de abrir alguma barragem a montante o que provocou um curioso efeito de maré a subir. Quer isto dizer que a nossa colossal fogueira foi engolida pela ascendente do caudal do Tejo. Só pode ter sido obra da troika! Sem fogo para nos aquecer e já de barriga cheia - e forças retemperadas - retomámos a nossa odisseia Tejo abaixo.
Esta região possui grandes explorações agricolas como nos desabituámos de ver e aqui estão localizadas algumas das mais emblemáticas. Foi muito interessante contrastar a visão aérea que o reconhecimento prévio via Google Earth proporcionou, com a visão que se tem através do atravessamento em automóvel e, por sua vez, com a perspectiva única que se tem a partir de dentro do Tejo. Do interior do leito avistam-se também casarões abandonados que lembram outros tempos, outras vidas, famílias e clãs organizados em torno da actividade agricola - ali, tão perto da capital. Avistamos habitações com cais dedicado e com traços arquitectónicos inqualificáveis mas que não deixam de ser peculiares e que nos fazem reflectir sobre o que terão sido e serão actualmente as vidas das pessoas que ali habitam. Talvez logo ali a cem metros da margem haja um hipermercado, um aglomerado urbano denso com salão de bowling e um acesso a autoestrada, mas a perspectiva que, de dentro, o Tejo dá, remete para esses pensamentos porventura mais rústicos. Também avistamos umas toneladas de sucata que, não fora o descanso dominical, se encontrariam em intensa azáfama a rapar milhares de toneladas de areia do fundo do Tejo: cá mais para baixo (entenda-se: jusante), ele, de facto, é mais fundo. Quantos grãozinhos de Tejo não andarão espalhados por esse país ou mesmo nas paredes das nossas casas?
Superada a disposição mais meditabunda que a paisagem sugere, aproximamo-nos de Escaroupim e passamos sob as pontes Rainha Dª Amélia - a velha, concluida em 1904 e a nova, que entrou ao serviço em 2001.
Para os mais curiosos, sugiro a leitura deste breve e muito interessante artigo da Wikipédia sobre as pontes. Recordando a passagem sob estas estruturas, entrego duas medalhas pelo esforço ao Miguel e ao Pedro (peço desculpa se estou equivocado nos nomes!!!), dois muito jovens e corajosos entusiastas destas travessias.
Um par de quilómetros a ajusante passamos por Valada, uma localidade da qual o Tejo oferece uma bonita imagem, com a sua marina. Sim, marina, com barcos a sério, ancoradouro e um barzinho em madeira a convidar para uma bejecas e uns tremoços!
Atravessamos para a margem esquerda, cruzamo-nos com uma embarcação à pesca, e estamos em Escaroupim.
Para o grupo, após arrumar o material seguiu-se uma jantarada e preparar a nova a jornada de Domingo; para mim, regressei à Figueira saciado com os ingredientes habituais: convívio, passeio, descoberta, natureza, kayak.
Queria deixar uma nota final para um equipamento que utilizei e que me surpreendeu pela positiva, depois de uma hesitação inicial. Trata-se deste suporte para câmara com ventosa. Como dizia a senhora do Lipo Shaper: fiquei maravilhado! Tinha ficado inicialmente desiludido com a ferramenta pois, como teste, deixei-o uma noite aplicado no kayak e de manhã estava no chão. Culpei a curvatura do kayak (ainda por cima tinha sal....), mas também culpei a ventosa: não presta. Afinal dei-lhe uma segunda oportunidade. Desengordurei com enzimas salivares (lambidela) ambas as superfícies, sequei e fixei calmamente a ventosa. Apliquei a câmara na rosca. Aguentou-se com bravura! Recomendo a todas as minhas amigas. IIuupiiii!!!
Até à próxima!
(para ouvir com a música lindíssima da Luisa Sobral)
Estou a vender o meu Reflex, que já não uso à muito tempo e é uma pena ter o kayak parado na garagem. O kayak está em bom estado como se pode observar nas fotos. A construção é a superlite, tem 2,23 de comprimento por 63 cm de largura. O preço, só 400€ !!! Agradeço que avisem possíveis interessados. http://portugalks.blogspot.com/2009/02/mega-reflex-on-water-hugo-paz-pics-by.html